À conversa com…Pãodemónio

Espirito “Zappiano” onde a liberdade criativa impera. Eis os Pãodemónio , banda potuense que apresenta um verdadeiro (e irresistível) cocktail sonoro, onde o jazz, a música experimental, o metal, ou o funk se encontram, como podem comprovar no álbum “Pirraças Pueris”, editado a 12 de Maio de forma independente .

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À Conversa com…Red Rose Motel

Uma banda de rock “sem fronteiras”

Red Rose Motel é uma banda com influências rock, indie, funk e blues formada em 2009. Célia Ramos, Francisco de Macedo, João Loureiro e Rui Malvarez, compõem a formação que nasceu para criar de forma colaborativa, absorvendo um pouco de cada um. Não perca a conversa do grupo com o Som à Letra!

Texto Irene Mónica Leite

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A minha carreira começou agora!

É conhecido como Marinho Cowboy, voz dos projectos Falecido Alves dos Reis e Alucina Eugénio que deram o seu contributo para a música portuguesa dos anos 80 e 90, respectivamente. Mário Ferreira esteve emigrado em Espanha durante 17 anos, apresentando agora dois projectos distintos : Mad Joint e Boémia Vádia . Recorde o percurso deste cowboy português , que nunca deixou de sentir e expressar a sua grande paixão: a música.

Texto Irene Mónica Leite

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À Conversa com…Luccablue

Já desde criança que ouvia e sentia música de uma maneira diferente

Lucas Laurentino da Silva, mais conhecido por Luccablue no mundo da música, é cantor, compositor e músico. Nascido na cidade de Santos, no Brasil, começou a apaixonar-se pela música popular brasileira muito jovem. Um percurso de grande valor que a Scratch foi conhecer, prometendo acompanhar.

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Revenge of the 90´s: Nostalgia da boa

Apertem bem os cintos, pois a viagem aos anos 90 vai começar! Por isso preparem os tamagoshis, os pega-monstros, os tazzos , e na Bravo, de preferência ao som da rádio cidade que se incorpora por breves momentos na Scratch Magazine.  O mote são os eventos Revenge of the 90´s, que ultrapassam barreiras geográficas e contam com cada vez mais fãs!

Texto Irene Mónica Leite

Aqui não se faz de todo um evento monocórdico. Proporciona-se uma experiência. “O slogan da nossa empresa de eventos é ‘não fazemos eventos, criamos experiências’. É tudo sempre focalizado na experiência que as pessoas apresentam, sendo sempre algo bastante interactivo”, começou por nos explicar, Paulo Silva, CEO na equipa Revenge of the 90s.

“Não é só um dj a tocar na pista. No fundo é algo sempre teatral e muito interativo. A ideia é fazer sentir alguma coisa”, acrescentou.

A diferença começa no bilhete. Já foi inclusive uma disquete… “Começa por aí, sim”, confessa Paulo Silva.

Com efeito, há todo um cenário ou melhor um ‘playground para adultos’ devidamente montado ao som da banda Santa Manel, que faz uma viagem por aquelas músicas (medleys de 15 minutos), com bailarinos, com vídeos, com brindes, pega monstros, coisas que muitos de nós já não ouvia falar há muito muito tempo!

“Nós tentamos não só ir à pop, como também passar por outros nichos. É claramente um evento muito focado na pop, mas também passamos pelo nicho. Gostamos que esta experiência passe por todos os estilos de música e por todos os programas de tv”, reitera Paulo Silva.

A ideia é carnavalizar o passado, em espírito tribal.

A revenge dos anos 00 também já foi pensada e colocada edm prática. “Já testamos este ano uma revenge dos anos 00 no Sudoeste. Achamos que ainda é cedo. Funcionou muito bem porque é aquele o target, mas é necessário esperar mais um bocadinho para terem mais saudade. Para eles ainda é muito recente. Ainda faltam uns dois, três anos para terem mais uns anos de universidade, para terem saudade da época em que eram miúdos”.

Há regras de indumentária? , perguntamos a certo ponto da conversa. “Nós não gostamos de regras. Mas notamos preocupações nesse sentido, em estar de acordo com a época celebrada. Aqui ninguém se julga e estamos todos pelo mesmo”, assegura Paulo Silva.

Os eventos “Revenge of the 90´s” começaram com cerca de 500 pessoas e chegaram às 12 mil , um sucesso que definitivamente não esperavam. ”Foi uma correria e crescendo constantes”, disse-nos Paulo Silva.

O fenómeno é grande e quem vai não esquece.

O local é sempre diferente e secreto. Há sempre uma temática distinta em cada festa, com momentos karaoke, por exemplo, e uma interação constante com o público, essencial na construção do ambiente desta “revenge”. Continuem a acompanhar esta digressão AQUI e o podcast da entrevista AQUI.

Throwing Punches: Uma agência que promete boa música

“Tem como objectivo aproximar o que mais importa, a música e as pessoas e para isso procura associar-se a bandas e artistas genuínos, com pêlo na venta e que gostem de arriscar”. As palavras são da equipa da Throwing Punches, uma agência que veio para ficar. A Scratch falou com Rita Sedas e Diogo Barbosa , a dupla maravilha. Veja o resultado.

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À Conversa com…Veterano (KO)

O Hip Hop é uma cultura de união e de paz, mas que também nasceu com um estilo reivindicativo e comunitário

O artista Veterano (KO) sempre adorou escrever e ler poesia, mas foi em 1998 que surgiu o Hip Hop, quando escreveu um poema especial na tentativa de dar vida a esse poema. Vai ser uma das apostas do programa “Descobertas da Semana” e por isso decidimos desvendar um pouco mais a sua carreira. Com verdade, uma das bases do rap, tudo se consolida. E na música de Veterano sente-se bem essa vibração.

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Kind of Magic & The Flashing Voices : a paixão pela música dos Queen [Arquivo]

queen

Kind of Magic & The Flashing Voices nascem da paixão pela música de Queen e do desejo de a celebrar da melhor forma: partilhando-a ao vivo fielmente, com a grandiosidade que a caracteriza. E como o prometido é devido, aqui segue a entrevista com o baterista do projeto, Pedro Ferreira. Confira.

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