O Jornal impresso

Estávamos em finais de 2008, mais propriamente nas instalações do curso de ciências da comunicação da Universidade do Porto.

Por Irene Mónica Leite

Na aula de imprensa o professor Hélder Bastos lançou o desafio de cada um elaborar um jornal, generalista ou temático. Na altura recordo-me de não ter ficado muito entusiasmada com a ideia de criar um jornal regional, apesar de gostar dessa área.

Na altura devorava as revistas Blitz, e procurava tudo o que era informação sobre jornalismo musical na internet. Mesmo TUDO. Lembro-me de pensar em todas as hipóteses, menos num jornal temático. Pouco tempo depois , em contexto de aula,  uma grande amiga sugeriu o seguinte: e que tal um jornal de música, já que é uma área que tanto gostas?”. Foi o momento crucial. Fiquei muito entusiasmada Naquela fase já tinha realizado trabalhos jornalísticos enquadrados na cultura musical alternativa e tinha simplesmente adorado. São exemplos a entrevista a Isidro Lisboa (Rádio Nova) ou uma reportagem sobre o mercado do vinil no Porto. Mas havia um problema. Nunca tive jeito para nomes. A minha irmã, felizmente tratou da situação com a grande proposta (à primeira): Som à Letra! Perfeito.

O processo de produção do jornal foi muito positivo. Tinha 19 anos e estava a abrir um novo caminho: o do jornalismo musical, até hoje.

Podem visionar o jornal aqui.

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