A elegância dos Divine Comedy

“Bang Goes The Knightwood” é a banda sonora perfeita para qualquer romance , sempre com muita elegância e charme. O culpado é Neil Hannon que dispara fervorosamente. Nós não temos outra solução : fieis devotos.

Por Irene Mónica Leite

“Solitário ao piano e apenas acompanhado por um copo de vinho, à frente de uma banda ou até de uma ensemble de 15 músicos, Neil Hannon é o perfeito irish dandy-gentleman, trajando a rigor um impecável fato completo, bengala e chapéu de coco. Compositor genial, com um refinado sentido de humor, Neil transporta-nos para universos delicodoces e épicos ao som da The Divine Comedy” , explicava Susana Terra num artigo no Som à Letra.

O álbum “Bang Goes The Knightwood”, de 2010, caiu de maneira impressionante para os apaixonados pela cortesia e charme de Hannon. “Assumir o perpendicular” é um conselho a seguir. Faixa deliciosa, já agora.
Trata-se do 10º registo de originais da Divina Comédia.

Neil Hannon é um poeta charmoso. Imagino-o em concerto a declamar. Sim porque Hannon é um poeta. E a brit pop nunca esteve tão bem trajada.

Quanto às faixas, para além de “Assume The Perpendicular”, um muy entusiasmado like para “At The Indie Disco” …”You Know I Just Can´t Get enough” …avisa. ” I Like” também é um mimo . “The Lost Art of The Conversation”….enfim, todo o registo!


Nota 10

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