Plebe Rude com novo single

A Mesma Mensagem”, o novo single da Plebe Rude lançado nesta sexta-feira (25), joga luz às religiões e promove um questionamento sobre a pluralidade e a convivência pacífica entre diferentes tipos de fé.

A faixa narra a evolução das diversas manifestações religiosas, suas diferenças e equivalências, como se o arco da humanidade fosse medido numa semana. 

“Na segunda feira seria a louvação a lua, na terça seria o endeusamento do fogo, e por aí vai, até aparecerem os dogmas e religiões organizadas. A semana ‘eterna’ culmina no domingo, onde o lado bonito e humano da solidariedade da fé e do rito, e o lado feio da intolerância e da perseguição vêm à tona, mostrando o quão belo e terrível a humanidade pode ser. A música é um alerta para todo o mal feito e justificado pelo nome de Deus. Sempre foi assim na história e continua sendo até hoje”, explica a banda em nota enviada às redações.
 
Para o baixista André X, a música, que ganhou um lyric vídeo desenvolvido por Fernando Dalvi, tem um quê de “espirito reggae, acelerado e temperado com as características da Plebe”. “O refrão é um chiclete aural, cola no ouvido e ecoa durante dias na mente, multiplicando a mensagem que tentamos passar: a convivência entre os povos cabe a cada um de nós”.
 
O single “A Mesma Mensagem” faz parte do álbum duplo “Evolução”, que terá o lançamento dividido em dois volumes, um deles previsto para 6 de dezembro e o outro para o primeiro semestre de 2020. O disco, que narra em 28 faixas a trajetória do ser humano na Terra e faz uma ampla análise do homem, do seu desenvolvimento e de sua vivência em sociedade, também se vai transformar num musical dirigido por Jarbas Homem de Mello em 2020

“O resumo do musical foi divulgado com a música ‘Evolução’. As demais músicas podem ser divididas em dois grupos: aquelas que contam sobre um período histórico específico e aquelas que abrangem um arco maior, tratando do desenvolvimento de um tema ao longo de todo caminho da humanidade nesse planeta. ‘A Mesma Mensagem’ cai nessa segunda categoria”, explica André X.
 
Segundo Philippe, desde a formação da Plebe Rude em 1981, que as letras da banda são consideradas atuais. “A humanidade pelos vistos não aprendeu com os próprios erros, e basta um rápido olhar na história recente do nosso querido e confuso país, para perceber que o Brasil também não. Das duas, uma: ou somos videntes ou nada mudou”, reflete o vocalista.

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