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É já nos próximos dias 17 e 18 de maio que decorre a terceira edição do Porto Blues Fest, evento cada vez mais sólido e familiar. Falamos com Adalberto Ribeiro, da organização e ficamos a conhecer as (grandes) novidades para o evento deste ano.

Texto/Irene Mónica Leite

Fotos/Marcos Archer 

Com efeito, há cheiros e sabores de Nova Orleães, trazidos pelo chef argentino Chakall, banhados por música repleta de alma e entrega.

“As pessoas normalmente conhecem o Blues do BB King. Um blues mais elétrico, de Chicago, com outras tendências e vertentes. Há outros tipos de blues rock que também vamos trazer”, começa por nos alertar Adalberto Ribeiro, da organização do festival.

A abertura do festival estará a cargo de Henrik Freischlader, que adivinha um concerto explosivo de blues rock. A noite de sexta-feira termina com Juwana Jenkins, conhecida por misturar influências da soul dos anos 60 com sons rock e funk mais modernos.
O dia seguinte, 18,sábado, começa com rock blues pela voz de Gwyn Ashton.

O artista foi apelidado de “rei do feel” por Robert Plant, vocalista dos Led Zeppelin. O cartaz deste ano fecha com um concerto de homenagem a Wolfram Minnemann, um pianista alemão que viveu no Porto desde 1973.

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Caminha para a terceira edição. Um evento já sólido na cidade do Porto. Há aqui toda uma experiência…

O que nós tentamos fazer este ano foi acrescentar essa parte ao festival. Queremos tornar o Porto Blues Fest efectivamente numa experiência sensorial: não só com música , mas com cheiros e sabores. por isso convidamos e desafiamos o chefe Chakall a trazer Nova Orleães para o Porto. Quem nos visitar, vai ter a oportunidade de provar pratos típicos de Nova Orleães.

E que tipo de público apresenta o Porto Blues Fest?

Nos estudos que fazemos, mesmo antes de lançar a marca, o blues está associado a um público dos 35 anos para cima , com formação académica superior e com algum poder de compra. Só que o que vemos no Porto Blues Fest não é propriamente isso (risos). Vemos famílias inteiras , casais com os seus filhos , que se divertem bastante neste evento.

Depois há uma parte importante  que é um workshop sobre o que é o som do blues, do rock para os miúdos. Vamos proporcionar, à semelhança do ano passado, ao melhor aluno da escola , de dividir o palco com uma banda profissional, isto para além de estarmos a formar novos públicos , malta mais nova.

Tem de surgir investimento nos novos públicos.

Também há um conjunto de ações promocionais como os live acts. Como tem corrido essa experiência?

Tem corrido muito bem. Essas experiências acontecem no Hot Five.

É uma forma da marca estar junto do público muito mais cedo.

Há, também, dois concertos no metro do Porto nos  dia 15 e 16 na estação da Trindade pelas 18h00.

As pessoas saem do metro e assistem a um pequeno concerto. Não conheço ninguém que tenha ficado indiferente a um concerto de blues. As pessoas param, dançam, filmam, fotografam.

É uma forma de termos a marca presente para todos. Afinal de contas, estamos inseridos na cidade.

E que balanço estabelecem até ao momento?

Muito positivo. As pessoas ressaltam o bom ambiente, envolvido na natureza. É um ambiente caloroso e que as pessoas decididamente querem voltar. Agora, naturalmente o caminho se faz caminhando…

É muito cedo para falar na quarta edição?

Já estamos a pensar nela (risos). Há ideias, mas ainda não se pode falar.

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