À Conversa com…Trevor Tanner (The Bolshoi) -ARQUIVO

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Trevor Tanner está de volta …e ainda bem! Refiro-me ao mentor dos Bolshoi. A voz (de culto) que dá o seu manifesto em gloriosos temas como “Crack in Smile” , “Sunday Morning”, “Please” ou “TV Man” falou com a Scratch Mag sobre o percurso da banda e o seu regresso. A não perder , definitivamente!

Por Irene Leite/Arquivo 2015
ireneleite.scratchmag@gmail.com

Tradução/Cátia Cruz

O som é …dramático. Palavras do vocalista. Acrescentaria portentoso e viciante. Confere alguns temas marcantes!

1) Voltando atrás no tempo, e dando aos leitores da Scratch uma perspectiva do vosso percurso nos anos 80, quando e como tudo começou para os Bolshoi e porquê este nome?
Começou quando eu e o meu amigo Jan arrendámos uma casa no campo. O nome surgiu de um momento passageiro.

2) Quais são as suas grandes influências?
A minha mãe e muita música, boa e má.

3)Para mim, Lindy’s Party é um álbum perfeito. Como decorreu o processo de gravação?
Gravámos num estúdio residencial na zona rural de Suffolk. Bebemos muita cerveja…

BOLGOI4) Se pudesse resumir os Bolshoi numa única palavra, qual seria?
Dramáticos.

5) Como foi viver o ambiente alternativo dos anos 80?
Era como é agora, mas menos empresarial, mais experimental e as miúdas usavam roupas mais sexy.

6) O vosso regresso foi uma grande alegria para os vossos fãs. Como surgiu a ideia de voltar aos palcos?
A compilação continha novo material, por isso eu estava com vontade de fazer alguma coisa. Mas nada ligado a nostalgia. No entanto, eu não parei de tocar e gravar desde os tempos dos Bolshoi.

7) Para regressarem, foi essencial recorrerem ao crowdfunding. Essa campanha foi bem sucedida?https://www.kickstarter.com/projects/434451690/the-bolshoi-favourites-breakdown-extravaganza
Sim, até agora tudo bem.

8) Vocês passaram em Portugal no final dos anos 80. Que recordações guarda dos fãs portugueses?
Gente muito simpática, muita diversão e muito vinho do Porto!

9) Adoraríamos ter-vos de novo em Portugal. Os fãs portugueses podem ter alguma esperança?
Estamos a trabalhar nisso.

210) Como é que o vosso som surgiu e o que faz dele algo único?
O (nosso) som é único, porque somos um bando de esquitóides que não se encaixa em lado nenhum e nós gostamos assim mesmo.

11) Para concluir, há alguma história memorável que queira partilhar com os leitores da Scratch Mag?
Quando era criança, fui mordido por uma vespa. Eu poupei a sua vida em troca de uma promessa da vespa macho de que elas não me  iriam magoar. Isto foi a inspiração para a canção “Waspy”. Até hoje, não voltei a ser mordido por nenhuma vespa.

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