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Hoje recuamos a 4 de dezembro de 2010. Meti na cabeça que tinha de festejar o aniversário de forma diferente. Então o Teatro Sá da Bandeira foi o palco, os Nouvelle Vague, protagonistas. Para uma noite inesquecível.

Por Irene Mónica Leite

Só se completam 22 primaveras uma vez! Foi esse o meu lema.

Os Nouvelle Vague são encantadores. Primeiro, na simpatia com o público. A sala era pequena e acolhedora, tal e qual esta deliciosa banda.

Os êxitos desfilaram. E é esse o ponto de partida para esta crónica ou ode aos Nouvelle Vague.

O trabalho na canção “Mala Vida” está , a meu ver, fascinante. Retiraram toda a electricidade (também fabulosa, diga-se) de Manu Negra e conseguiram uma canção elegante , sexy , com um tom melancólico mas, paradoxalmente, ‘muy’ agradável.

Outra que venero é “Dance with me”, original dos também grandes Lords Of The New Church. Os mistérios do amor proibido tão bem captados nos dois casos.

“Blister in the sun” e outros tantos temas deliciosos.

Em jeito de conclusão, era obrigatório no meu caso gostar de Nouvelle Vague. Primeiro porque debruçaram-se sobre vanguarda musical: a new wave. Para mim trata-se de um dos melhores momentos da década de 80. E segundo, porque têm o talento e a elegância de transformar muitos hits em novas obras primas.

Não é para quem quer, é para quem pode!

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