No âmbito do meu estudo sobre Jornalismo Musical em Portugal , nas entrevistas que efectuei a profissionais da comunicação dos últimos 40 anos , mencionou-se a “sociedade do espetáculo” como pano de fundo dos media atualmente. Num panorama de “Love on Top” ou “Casa dos Segredos” não deixa de ter o seu fundamento. Tal conduziu-me a esta pequena crónica. O objetivo é ser apenas um ponto de reflexão. Confere.


Por Irene Mónica Leite
30/06/16 @Scratch Magazine

Ponto nº1:

As televisões generalistas. Já não chateia constantemente os mesmos programas de entretenimento com o mesmo tipo de música? Não devia surgir mais ecletismo nos géneros musicais? Há muito mais que a música ligeira. Nada contra este tipo de música. Mas julgo que está a ocupar demasiado tempo de antena. Um equilíbrio entre géneros musicais era mais saudável, a meu ver.

Ponto nº2:

O programa TOP + na RTP 1. Lembram-se? Era , por exemplo um programa mais justo. Mostrava as músicas do momento , nacionais e estrangeiras. É que nem todos têm acesso aos canais por cabo.

Ponto nº3:

As rádios e a ditadura das playlists. Sempre (ou quase sempre) as mesmas músicas!Há excepções, sobretudo no online. Mas para quando o renascimento de uma rádio comercial que brilhou nos 80 e inícios de 90 e que formou musicalmente gerações?

Ponto nº4:

Aplaudo a RTP pela transmissão de concertos de festivais de verão, como o caso dos James no Marés Vivas. Serviço publico.

Em suma, gostaria de assistir a uma tv e rádio mais equilibradas , com boas series , filmes, música. Para uma sociedade critica.

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